perguntas frequentes

  1. Por que esta ideia nesses locais tão inacessíveis?
  2. Os prédios podem ser definitivamente alterados?
  3. Haverá algum legado para a cidade?
  4. Há projetos similares a este já implementados?
  5. Há outras ideias que embasam essa Chamada?
  6. Quem é o público alvo?
  1. Por que esta ideia nesses locais tão inacessíveis?
  2. A Comissão Organizadora acredita que esse é um projeto inovador por trazer benefícios para a cidade (por melhorar a paisagem de um bairro marcado por grandes vazios subutilizados) e por ser uma forma instigante de convergir arquitetura, artes visuais, paisagismo e ecologia em uma proposta inovadora de gentileza urbana. Outros Territórios é, em poucas palavras, um projeto que unirá o ambiental a uma função restauradora e investigadora das artes e que trará benefícios para um passivo urbano infelizmente ignorado.

  3. Os prédios podem ser definitivamente alterados?
  4. Algumas intervenções poderão ocorrer somente durante o Festival (Fase 2), outras poderão permanecer, a critério do condomínio e de eventuais autorizações por parte das autoridades competentes. Projetos com um nítido potencial de requalificação do edifício, relacionados à passagem do tempo ou cujo legado material seja de interesse do condomínio ou do bairro, são passíveis de se tornarem permanentes.

  5. Haverá algum legado para a cidade?
  6. Sim, o conceito de legado e de intervenção-modelo é parte fundamental do conceito do evento. Naturalmente, o caráter de cada intervenção e sua eventual permanência nas palafitas dependerá da vontade dos condomínios e de outros fatores, mas frisamos que no projeto Outros Territórios está imbuída a ideia de transformação e, principalmente, de propor uma maneira inusitada e livre para discutirmos problemas urbanos específicos e locais.

  7. Há projetos similares a este já implementados?
  8. Sim. O escritório de arquitetura Vazio S/A e o grupo de teatro Armatrux já ocuparam dois prédios na rua Stela Hanriot por alguns meses, em 2001 e em 2004. Temos também registros de outras intervenções similares feitas em outras cidades (ver referências de leitura no Termo de Referência na sessão Arquivos Adicionais).

  9. Há outras ideias que embasam essa Chamada?
  10. Podemos dizer que ela atua na escala local vista por um ponto de vista global: a regeneração de vazios urbanos é um problema do Buritis, mas também é uma questão do urbanismo e das cidades contemporâneas, tanto no Brasil quanto no mundo. Outra questão é a intervenção efêmera aqui entendida não como algo passageiro, mas como legado imaterial capaz de catalisar mudanças permanentes: afinal, novas palafitas devem ser evitadas e as existentes devem receber alguma atenção por parte da Prefeitura de Belo Horizonte. Um terceiro conceito é a cidade vista como um campo de discussão cada vez mais aberto e onde a participação de seus moradores deve funcionar como forma de alavancar e legitimar mudanças.

  11. Quem é o público alvo?
  12. Na sua Fase 2, o projeto pretende atingir toda a população - sem restrição de faixa etária, gênero, classe, raça - que reside, trabalha, estuda ou circula no bairro Buritis. Estima-se que há cerca de 30 mil habitantes na região. Se considerarmos o trânsito de passagem, as universidades e colégios, o shopping center, os centros comerciais e os bairros vizinhos (Santa Lúcia, Estoril, Estrela d’Alva, Palmeiras) que dependem dos serviços oferecidos no Buritis, espera-se atingir cerca de 100.000 pessoas.

    Nesta Fase 1, o projeto pretende abrir a discussão sobre o potencial dos passivos urbanos a todos os interessados em questionar a (e operar na) cidade, o bairro Buritis e o mercado imobiliário pela perspectiva das disciplinas da arquitetura, artes visuais, design, paisagismo e artes cênicas/performáticas.

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18_01_2019 bloco de respostas 02
21_12_2018 bloco de respostas 01

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