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Nova data de entrega

Caros participantes,
Devido às férias de janeiro, alguns jurados não estarão disponíveis na semana agendada para as seções do júri. Por isso, tivemos que adiá-las para fevereiro. A data limite da entrega das propostas também foi postergada para 5 de fevereiro -- favor consultar o novo cronograma na página inicial deste site.

Boa sorte a todos!

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publicado em 16 de Janeiro de 2019 às 09:00

Membro do júri: Marcos Franchini

Mais um (sétimo e último!) jurado. É Marcos Franchini, que vai representar a nova geração no júri OT.

Marcos possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela PUC-MG (2010) e é mestre em Ciências da Construção Metálica pela UFOP (2017). Atualmente, é professor na Faculdade Pitágoras no curso de Arquitetura e Urbanismo e já lecionou na graduação da UFOP, PUC-MG e na pós-graduação da Una.

Trabalhou com o arquiteto Sylvio de Podestá (2007-20111) e colaborou com os escritórios franceses Mu-Architecture e Archicop (2009). Participou do escritório Rizoma (2011-2012), com experiência em obras e projetos no Instituto INHOTIM.

Desde 2012 tem escritório próprio, tendo sido premiado em diversos concursos nacionais e internacionais. Marcos é um ferrenho desenhista. Seu trabalho é plural uma vez que se relaciona às parcerias que busca fazer em cada projeto, seja com outros arquitetos, designers, fotógrafos e artistas.

Marcos Franchini

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publicado em 10 de Janeiro de 2019 às 09:00

Territórios Outros

Este é um breve ensaio por Eduardo de Jesus, um dos organizadores e também membro do júri de OT.



O espaço (social) é um produto (social)
Henri Lefebvre

Quais são os territórios que produzimos e inventamos nas disputas e interações típicas da vida cotidiana? Como produzir-inventar territórios no domínio heterogêneo da contemporaneidade entre real e virtual? Como operam esses espaços? Essas são algumas questões que pontuam e animam o projeto “Outros territórios” e que nos solicitam visões panorâmicas e transdisciplinares para perceber a complexidade presente nas operações entre fixos e fluxos que caracterizam os espaços e suas dinâmicas.

Os espaços com suas ocupações efêmeras, como propostos pelo projeto, deslizando por distintos campos do conhecimento como arte, arquitetura, urbanismo e geografia entre muitos outros podem acionar novas visões sobre as territorialidades, seus modos de uso e conexões com o entorno. Das potências acionadas pelas ocupações efêmeras podem emergir experiências que – na urgência da cidade e de seus agenciamentos – reverberam em nossos processos de subjetivação para alcançarmos novas formas de ver e interagir com a cidade e seus fluxos.

Se a permanência das formas mais fixas de ocupação dos espaços e territórios ativam nossa memória entre coletivo e pessoal, experimentar as proposições efêmeras (que podem deslocar-inventar usos e funções) é o mesmo que abrir uma linha de fuga para outras imaginações mais livres, como a construção de uma memória fugaz da cidade em movimento reconfigurando não apenas nossos modos de perceber espaço e tempo, mas todo o conjunto de relações sociais, culturais e políticas que afetam nossas experiências nos territórios da cidade.

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publicado em 2 de Janeiro de 2019 às 08:00

Membro do júri: Lúcia Koch

Mais um membro do nosso júri: Lúcia Koch. :)

Lúcia é artista multimídia, escultora e fotógrafa pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutora em poéticas visuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), onde hoje é professora. Participou da fundação do Grupo Arte Construtora (1992/1996), projeto coletivo de artistas cuja proposta era ocupar espaços inusitados com suas intervenções, produzindo-as de forma autônoma e com forte interesse por espaços domésticos e públicos; e do Jardim Miriam Arte Clube (Jamac, 2004 a 2006), realizando projetos artísticos na periferia paulistana. Entre as diversas coletivas de que participou, citamos a 2ª e 5ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul (1999 e 2005), Bienal de Pontevedra, Espanha (2000), Panorama da Arte Brasileira (MAM, 2001 e 2007), Bienal de Istanbul (2003), Bienal de São Paulo (2006), Aichi Triennale, Nagoya (2010), Bienal de Lyon (2011), Bienal de Sharjah (2013) e Prospect 3, New Orleans (2014), entre outras.

“A obra de Lúcia Koch pensa o espaço, o que pode passar pela referência a tipologias arquitetônicas, mas não necessariamente. É que a construção arquitetônica, embora seja parte do que constitui o espaço, está longe de defini-lo em sua totalidade.”

Lúcia possui obras em várias coleções públicas do mundo, tais como: Pinacoteca do Estado de São Paulo, MAMAM (Recife, Brasil), MAM/SP, MAC/PR, MAC/RS, LACMA - Los Angeles County Museum of Art (USA), Fundación ARCO (Espanha) e Musée d'Art Contemporain de Lyon - MAC (Lyon, França), entre outros.

Lúcia Koch

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publicado em 28 de Dezembro de 2018 às 06:00

Membro do júri: ABB

O quinto jurado será um membro da Associação dos Moradores do Bairro Buritis (ABB), uma organização sem fins lucrativos fundada em 1996 e sempre envolvida com as demandas dos moradores do bairro. A ABB publica o jornal Folha Buritis, tem um site ativo e promove discussões sobre a região. "Como resultado do trabalho voluntário e muita luta, conseguimos barrar a construção de grandes empreendimentos que trariam prejuízos e caos para a região."

É com prazer que apresentamos-lhes Bráulio Lara, atual presidente da ABB que estará representando o bairro no júri OT.


Associação Bairro Buritis

Folha do Buritis

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publicado em 19 de Dezembro de 2018 às 09:00

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